Não sei porquê, nem se devia, se é o mais certo ou o mais racional, mas foi o que me veio a cabeça fazer por isso já comecei e vou acabar, como faço com tudo.
Estou a escrever para justificar um fim, o porquê da minha atitude.
As moedas têm cara ou coroa e as relações têm duas vertentes : nunca acabarem ou acabarem. Tentar a primeira não nos torna imunes à segunda, e, ao tentar a primeira, implica que a segunda seja possível, e com a segunda virão consequências que eu não suporto criar. Tentar ser feliz e amar de novo torna me susceptível de te magoar de novo, e eu não entro por essa porta. Deste me a conhecer sensações, emoçoes, uma paz e bem estar, e sentimentos que desconhecia em mim, não porque nao soubesse da sua existência, mas em mim não havia nada disso.
É por não me permitir, nem querer, nem achar que mereças, magoar-te, não querer aproximar me o suficiente para voltar a fazer algo que te afecte e que possa mudar minimamente o teu estado de espírito de forma negativa.
Hoje, agarrando-me com força a pessoa que sou, ao amor que tivemos, ao que vivi contigo e tudo de bom e de puro que me deste a conhecer, viro costas e vou-me embora para não mais voltar, porque se o karma não me castiga eu própria o faço, e a partir de hoje tu és terra proibida.
desejo-te o melhor do mundo, melhor que para mim (eis uma das coisas que conheci em mim contigo - o altruismo), que ames muito, e que sejas mais feliz que qualquer pessoa deste mundo porque tu mereces. tu és a mudança, és o carnal que se apaixonou e se tornou a pessoa mais linda do mundo e tudo o que alguém pode querer para si, mesmo não merecendo. és a imagem do amor, da paixão, do romantismo, da preocupaçao, de tudo o que alguém quer na sua e digo isto com lagrimas a escorrerem me pela cara, porque tenho a sorte de saber quem és e de te ter tido comigo, de ter sido tão tua como tu meu.
hoje parto de vez, com saudades e com a maior certeza que alguma vez tive comigo : ninguém vai ocupar o teu lugar no meu coração, ninguém vai ser como tu, ou sequer tentar, ninguém vai matar as saudades que vou ter tuas sempre que me lembrar do que é amar verdadeiramente.
tu vais ser sempre especial, e espero que o saibas, e que o sintas, que sintas que és especial, e que, se um dia me vires com alguém, que saibas que ele não é nada, que não passa de alguém porque não é O Macaco.
assim me despeço,
nunca me vou esquecer de nós!
ps. neste formato, aqui e agora para que vagueie para sempre e que exista para sempre na rede cibernautica como eu queria que nós existissemos. isto não se vai apagar nem desaparecer *
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